sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

às vezes

é difícil ser muito para os outros.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

eu que consigo simular que a dor não tem lugar em mim, preciso que ela siga o seu caminho, sem mim.



(é tempo de voltar a escrever)

quinta-feira, 18 de março de 2010

i've been a fool to ever open up my heart.

sábado, 16 de janeiro de 2010

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

' mas mais tarde, ou mais cedo, percebemos que é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar ideias, usar a cabeça e esquecer o coração. e mesmo que a voz trema por dentro, há que fazê-la sair firme e serena, e mesmo que se oiça o coração a bater desordenadamente fora do peito é preciso domá-lo, acalmá-lo, ordenar-lhe que bata devagar e faça menos alarido, e esperar que ele obedeça, que se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo e a saudade. porque o mundo nunca pára. nada pára. a vida foge, os dias atropelam-se, é preciso continuar a vivê-los, mesmo com dor, mesmo com mágoa. pelo menos a mágoa magoa, faz-nos sentir vivos. arde no peito e no orgulho, mas pouco a pouco vai matando a dor. '

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

'... tudo a correr como corre sempre
(eu a partir, eu a deixar de ser, eu-ausência, eu-nada e tudo a correr como corre sempre) mundos de fora ainda de pé.
o sublinhado já gasto pelo pretérito-mais-que-perfeito dos dias.
e os percursos ainda cruzados.
eu que fui. eu que fiquei.
colar-me num outra vez
aos dias soltos
e aos dias meus. ...'

domingo, 23 de agosto de 2009

nova iorque 09


nova iorque é uma cidade incrivel. 'so fucking amazing´. cheia de mundos, cheia de vidas, cheia de caminhos e tentativas de caminhos que ficam a marcar ruas e paredes, olhares e gestos que se cruzam com os nossos. é sentir o mundo numa só cidade com a certeza de que ny não é de ninguém, é de todos. consegue ser profundamente antagónica. perdida entre luz e escuridão. na cidade que nunca dorme, nunca nos sentimos sós, inacreditavelmente. não há fotografia ou vídeo que consiga transmitir todas as suas vivências. respira-se arte. que 'arrisca ser ou não ser'. do octogésimo quarto andar do empire state building a estruturação da cidade é evidente. as avenidas monumentais rasgam a pele de nova iorque. onde a simetria e a malha ortogonal contrastam com o seu ritmo alucinante. acolhedora e apelativa, esta pode ser a casa de um qualquer alguém. até a minha. talvez um dia.